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A Guerra Dentro de Nós

  • Foto do escritor: Pr. Henrique Lino da Silva
    Pr. Henrique Lino da Silva
  • há 4 horas
  • 4 min de leitura


“Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive? Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido. De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro homem; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido. Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais de outro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus. Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei, operavam em nossos membros para darem fruto para a morte. Mas agora temos sido libertados da lei, tendo morrido para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra. Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás. Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, operou em mim toda a concupiscência; porquanto sem a lei estava morto o pecado. E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri. E o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte. Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou, e por ele me matou. E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom. Logo tornou sê-me o bom em morte? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte pelo bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno. Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado. Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.” (Romanos 7:1-17)

       Vivemos debaixo de leis: em primeiro lugar, a lei de Deus, e em segundo, as leis terrenas, e não podemos desobedecer a elas, caso contrário, pagaremos um preço altíssimo. Temos que compreender a ordem natural, que é primeiramente a lei de Deus: primeiro obedecemos a Deus e depois então às leis terrenas. Não podemos de maneira alguma inverter as posições, caso contrário, iremos perecer.  Sabemos que a mulher, a esposa está submissa ao marido, e essa submissão é uma ordem de Deus, assim ela sabe que não pode se submeter ao marido fazendo qualquer coisa que seja contrária à Palavra de Deus. Da mesma forma, também sabemos que não podemos aceitar, concordar com nenhuma lei terrena que seja contrária à Palavra de Deus. A Palavra de Deus deixa muito claro que casamento entre homem e mulher – pois é o único que de fato acontece – é até que a morte os separe, portanto, mesmo que para o mundo as leis terrenas tenham criado e incentivado o divórcio ou outros tipos de casamentos, o cristão verdadeiro jamais irá aceitar, pois estaria indo contra a vontade de Deus. Não podemos nos submeter, aceitar alguma lei terrena somente para satisfazer a nossa vontade, a nossa carne, porque estaríamos buscando a morte. Nossa carne, nossos desejos não querem de maneira alguma viver em total submissão a Cristo, pois o que se quer é viver em rebeldia contra a Lei, a Palavra de Deus. Mas devemos lutar contra e fazer a vontade do Senhor e não a nossa nem a do mundo, porque, se somos cristãos, já morremos para o mundo, portanto, vivemos em Cristo. E se vivemos Nele, então é a vontade Dele que prevalece, e se for a nossa vontade ou do mundo que estiver prevalecendo em nós, é porque já estamos mortos, assim como o mundo está morto no diabo. “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado.” (Romanos 7:18-25).

 Leiam e pratiquem a Bíblia, mais especificamente o Novo Testamento.

 Que Deus os abençoe.

Um abraço,

Pr. Henrique Lino

 

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