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Se justificar

  • Foto do escritor: Pr. Henrique Lino da Silva
    Pr. Henrique Lino da Silva
  • 17 de jul. de 2025
  • 4 min de leitura

“E outra vez entrou na sinagoga, e estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada. E estavam observando-o se curaria no sábado, para o acusarem. E disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te e vem para o meio. E perguntou-lhes: É lícito no sábado fazer bem, ou fazer mal? Salvar a vida, ou matar? E eles calaram-se. E, olhando para eles em redor com indignação, condoendo-se da dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a tua mão. E ele a estendeu, e foi-lhe restituída a sua mão, sã como a outra. E, tendo saído os fariseus, tomaram logo conselho com os herodianos contra Ele, procurando ver como o matariam. E retirou-se Jesus com os seus discípulos para o mar, e seguia-o uma grande multidão da Galileia e da Judeia, e de Jerusalém, e da Idumeia, e de além do Jordão, e de perto de Tiro e de Sidom; uma grande multidão que, ouvindo quão grandes coisas fazia, vinha ter com Ele. E Ele disse aos seus discípulos que tivessem sempre pronto um barquinho junto Dele, por causa da multidão, para que o não oprimisse, porque tinha curado a muitos, de tal maneira que todos quantos tinham algum mal se lançavam sobre Ele, para lhe tocarem. E os espíritos imundos vendo-o, prostravam-se diante Dele, e clamavam, dizendo: Tu és o Filho de Deus. E Ele os ameaçava muito, para que não o manifestassem. E subiu ao monte, e chamou para si os que Ele quis; e vieram a Ele. E nomeou doze para que estivessem com Ele e os mandasse a pregar, e para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios: A Simão, a quem pôs o nome de Pedro, e a Tiago, filho de Zebedeu, e a João, irmão de Tiago, aos quais pôs o nome de Boanerges, que significa: Filhos do trovão; e a André, e a Filipe, e a Bartolomeu, e a Mateus, e a Tomé, e a Tiago, filho de Alfeu, e a Tadeu, e a Simão, o Cananita, e a Judas Iscariotes, o que o entregou. E foram para uma casa. E afluiu outra vez a multidão, de tal maneira que nem sequer podiam comer pão. E, quando os seus ouviram isto, saíram para o prender; porque diziam: Está fora de si.” (Marcos 3:1-21)

       Os religiosos queriam se justificar usando para isso a lei que foi entregue por Moisés, porque eles não faziam nada de bom nos dias de sábado para as outras pessoas, mas para eles sim, faziam tudo como Jesus mostrou, pois eles cuidavam dos interesses deles. Jesus mostrou que o sábado de Deus quer dizer o dia de descanso, e não exatamente que seja o dia de sábado, mas um dia para descansar. Hoje nós usamos o domingo, mas isso não quer dizer que não podemos fazer nada, pois também, se precisar, se for necessário trabalhamos, faremos o que tem que ser feito, mesmo em dia de sábado. Jesus não era religioso, mas simplesmente cumpria a ordem do Pai, e por isto curava as pessoas, Ele as libertava, ressuscitava os mortos, e isso independentemente do dia. Certa feita Ele disse: Meu Pai trabalha até agora e eu também. Vejam que os religiosos eram pessoas más, eram  assassinas, prova tal que logo em seguida saíram e foram tramar como fariam para matar Jesus. Só por esse ato mostram que tipo de pessoas eram, e ainda diziam que criam e obedeciam a Deus. Infelizmente, a hipocrisia já reinava naquela época, e ainda reina, pois vemos os religiosos da atualidade citarem o Nome do Senhor (que é Santo para sempre Amém), mas continuam tramando o mal contra o próximo, as desonestidades, as roubalheiras. Mas Jesus continuava a trabalhar, não dando importância a esses religiosos, prova tal que logo depois Ele foi escolher, dentre os vários discípulos que tinha, doze para os enviar a pregar.  Esses doze que Jesus nomeou como apóstolos, pastores, pregadores, foram escolhidos no meio de vários outros que o seguiam. Isso mostra que nem todos os que o seguem ou dizem seguir estão prontos para esse ministério. Muitos não acreditam no Senhor, portanto, não vão acreditar em nós, mas a nossa função é viver o Evangelho, é ensinar o Evangelho, é viver na prática do Evangelho de Jesus Cristo, mesmo que ninguém o aceite. Vemos que nem mesmo a família de Jesus o compreendeu, pois Maria e os filhos dela foram prender Jesus, pois acharam que Ele estava fora de si, que estivesse doido, assim como nós, os seus seguidores, é normal as pessoas pensarem o mesmo de nós, mas o nosso compromisso é com Ele, e não com as pessoas, independentemente de quem sejam. “E os escribas, que tinham descido de Jerusalém, diziam: Tem Belzebu, e pelo príncipe dos demônios expulsa os demônios. E, chamando-os a si, disse-lhes por parábolas: Como pode Satanás expulsar Satanás? E, se um reino se dividir contra si mesmo, tal reino não pode subsistir; E, se uma casa se dividir contra si mesma, tal casa não pode subsistir. E, se Satanás se levantar contra si mesmo, e for dividido, não pode subsistir; antes tem fim. Ninguém pode roubar os bens do valente, entrando-lhe em sua casa, se primeiro não amarrar o valente; e então roubará a sua casa. Na verdade, vos digo que todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, e toda a sorte de blasfêmias, com que blasfemarem; Qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca obterá perdão, mas é culpado do eterno juízo (Porque diziam: Tem espírito imundo). Chegaram, então, seus irmãos e sua mãe; e, estando fora, mandaram-no chamar. E a multidão estava assentada ao redor Dele, e disseram-lhe: Eis que tua mãe e teus irmãos te procuram, e estão lá fora. E Ele lhes respondeu, dizendo: Quem é minha mãe e meus irmãos? E, olhando em redor para os que estavam assentados junto Dele, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos. Porquanto, qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, e minha irmã, e minha mãe.” (Marcos 3:22-35).

 Leiam e pratiquem a Bíblia, mais especificamente o Novo Testamento.

 Que Deus os abençoe.

Um abraço,

Pr. Henrique Lino

 


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