Culto Vivo: Uma Vida Entregue a Deus
- Pr. Henrique Lino da Silva

- há 33 minutos
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“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sejais conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. Porque pela Graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um. Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação, Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros. De modo que, tendo diferentes dons, segundo a Graça que nos é dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino; ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria. O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor; alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração; Comunicai com os santos nas suas necessidades, segui a hospitalidade; abençoai aos que vos perseguem, abençoai, e não amaldiçoeis. Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram; sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios em vós mesmos; a ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens.” (Romanos 12:1-17)
Nosso culto não pode ser somente uma reunião em uma congregação onde oramos, cantamos, batemos palmas e achamos que estamos fazendo tudo certo, porque o nosso culto é entregarmos literalmente o nosso corpo para vivermos para Cristo, portanto, não mais fazemos as nossas vontades e satisfazemos os nossos desejos. É nos sacrificar, esmurrar os nossos corpos, e sempre nos recusar a fazer, falar, ou olhar o que o Senhor nos proíbe pela sua Palavra. Não podemos cair no engano de achar que temos que buscar Deus somente para Ele nos ajudar, nos socorrer, nos abençoar, pois isso é somente uma religião, o que temos que fazer é nos dar para o Senhor. Quando falo oferecer nossos corpos como sacrifício vivo, não quer dizer que temos que nos colocar em situações de sofrimento de maneira deliberada, e sim que temos que praticar a Palavra de Deus. E como a Palavra de Deus é viva e eficaz, e este mundo jaz (está morto) no diabo, então sempre seremos perseguidos, julgados, acusados e maltratados, mas não podemos deixar de ser cristãos por esse motivo. Nós não vivemos para agradarmos ao mundo nem às pessoas, porque o nosso compromisso é com o Senhor, que morreu por cada um de nós. Devemos viver para fazer o bem, e em todo o tempo recusar, condenar o mal, pois, se somos de Deus, temos que ser bons, pois só Ele é Bom. Precisamos sempre analisar à Luz do Evangelho o que podemos fazer e como, pois o Senhor já nos capacitou para fazer a boa obra; todos nós fomos capacitados, todos nós recebemos dons, e temos que descobrir qual é o nosso dom e praticá-lo com esmero e amor, pois tudo o que fizermos tem que ser para o Senhor, não podemos fazer nada de qualquer maneira. “Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens. Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas daí lugar à ira, porque está escrito: Minha é a vingança; Eu recompensarei, diz o Senhor. Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.” (Romanos 12:18-21).
Leiam e pratiquem a Bíblia, mais especificamente o Novo Testamento.
Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino



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