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  • Foto do escritorPr. Henrique Lino da Silva

Somos praticantes?




“Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da Glória, em acepção de pessoas. Porque, se no vosso ajuntamento entrar algum homem com anel de ouro no dedo, com trajes preciosos, e entrar também algum pobre com sórdido traje, E atentardes para o que traz o traje precioso, e lhe disserdes: Assenta-te tu aqui num lugar de honra, e disserdes ao pobre: Tu, fica aí em pé, ou assenta-te abaixo do meu estrado, Porventura não fizestes distinção entre vós mesmos, e não vos fizestes juízes de maus pensamentos? Ouvi, meus amados irmãos: Porventura não escolheu Deus aos pobres deste mundo para serem ricos na fé, e herdeiros do Reino que prometeu aos que o amam? Mas vós desonrastes o pobre. Porventura não vos oprimem os ricos, e não vos arrastam aos tribunais? Porventura não blasfemam eles o bom Nome que sobre vós foi invocado? Todavia, se cumprirdes, conforme a Escritura, a lei real: Amarás a teu próximo como a ti mesmo, bem fazeis. Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois redarguidos pela lei como transgressores.” (Tiago 2:1-9)

       Temos que atentar bem para a Palavra de Deus, para ver se realmente somos praticantes, porque muitas vezes as pessoas inadvertidamente estão cometendo pecados sem perceberem. Existem muitas pessoas que se identificam como cristãs, mas fazem acepção de pessoas, tratam os menos favorecidos de forma arrogante, e por que não dizer desprezível. Pessoas que se dizem cristãs até fazem questão de serem conhecidas por algum título eclesiástico, mas tratam os subalternos, os funcionários, os colaboradores de forma arrogante, como se fossem superiores, como se fossem melhores. Devemos entender que somos todos iguais perante o Senhor, que não é uma questão cultural, financeira ou racial que nos coloca em posição superior, nós somos iguais em tudo, e muitas vezes as pessoas que julgamos inferiores são muito mais superiores a nós, pois conhecem Cristo, enquanto pela nossa maneira de agir comprovamos que não o conhecemos. Uma pessoa que anda de Ferrari não é superior àquela que anda a pé, nem a que mora em mansão ao que vive nas ruas debaixo das marquises. Todos somos iguais, e quando partirmos daqui, iremos ao pó, à terra, a diferença é quem serve a Deus e quem não o serve. Às vezes as pessoas que estamos desprezando serão salvas, enquanto podemos padecer por toda a eternidade. Não podemos nos esquecer da parábola que Jesus contou sobre o rico e Lázaro.

         “Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu pois não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei. Assim falai, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade.” (Tiago 2:10-12). Não adianta não sermos ladrões ou assassínios, mas vivermos em fornicação, ou com soberba, desprezando os menos favorecidos. De igual modo, não adianta condenarmos o homossexualismo e apoiarmos, sugerirmos o divórcio e o recasamento. Não podemos escolher qual pecado condenar pensando que desta maneira receberemos a compreensão do Senhor. Temos que entender que o nosso Deus não faz e não fará acepção de pessoas, portanto, se quisermos ter compromisso com Ele, se desejamos alcançar a salvação Nele, então temos que evitar todos os tipos de pecados e desobediências. Sejamos autênticos e não enganadores, não esqueçamos que a classe que Jesus mais combateu foi a dos hipócritas. “Porque o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia; e a misericórdia triunfa do juízo. Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo?” (Tiago 2:13,14).

 Leiam e pratiquem a Bíblia, mais especificamente o Novo Testamento.

 Que Deus os abençoe.

Um abraço,

Pr. Henrique Lino

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