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  • Foto do escritorPr. Henrique Lino da Silva

SENTENÇA DE MORTE



“E, logo ao amanhecer, os principais dos sacerdotes, com os anciãos, e os escribas, e todo o Sinédrio, tiveram conselho; e, ligando Jesus, o levaram e entregaram a Pilatos.” (Marcos 15:1)

          Prenderam Jesus em um ato ilegal, porque o submeteram a um julgamento noturno, o que não era permitido na lei de César, e naquela época Roma, César, dominava sobre Israel. Mas foi assim que Deus Pai permitiu, que à noite, na hora das trevas, Jesus fosse traído, preso e conduzido de um lugar para outro, com os judeus, o seu povo exigindo a sua morte. Logo pela manhã conduziram Jesus ao Governador Pilatos, pois os judeus não quiseram eles mesmos executar a sentença suja, não quiseram eles mesmo assassinar Jesus, e fizeram com que Pilatos executasse o trabalho sujo. “E Pilatos lhe perguntou: Tu és o Rei dos Judeus? E Ele, respondendo, disse-lhe: Tu o dizes. E os principais dos sacerdotes o acusavam de muitas coisas; porém Ele nada respondia. E Pilatos o interrogou outra vez, dizendo: Nada respondes? Vê quantas coisas testificam contra ti. Mas Jesus nada mais respondeu, de maneira que Pilatos se maravilhava.” (Marcos 15:2-5). O Governador questiona Jesus, mesmo porque queria entender o porquê de o levarem para que ele o julgasse, queria entender o porquê de os judeus, os religiosos acusarem-no tanto, pedindo a sua morte. Então pergunta a Jesus se Ele era o rei dos judeus, ou melhor, se Ele se intitulava rei dos judeus, rei de Israel, mas ele não compreendia a linguagem de Jesus, que respondeu afirmando que quem estava falando aquilo era ele, Pilatos. Depois Jesus se cala e não mais responde a nenhuma pergunta, não se preocupando em se defender, porque sabia tudo o que ia acontecer. Ele sabia que tinha que passar por aquele momento, por aquela morte. Assim, sabia que quem estava no comando de tudo era o Deus Pai, portanto, nada fez ou não tentou contradizer os religiosos que o acusavam, e o Governador estava impressionado com aquilo. “Ora, no dia da festa costumava soltar-lhes um preso qualquer que eles pedissem. E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinadores, tinha num motim cometido uma morte.” (Marcos 15:6-7). Havia um bandido, um arruaceiro e homicida que estava preso, e como era costume do Governador soltar algum preso, ele queria soltar Jesus. Então resolveu na hora colocar essa anistia em pauta na hora e pergunta ao povo quem eles queriam que fosse solto: o bandido ou Jesus Cristo.

 “E a multidão, dando gritos, começou a pedir que fizesse como sempre lhes tinha feito. E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que vos solte o Rei dos Judeus? Porque ele bem sabia que por inveja os principais dos sacerdotes o tinham entregado. Mas os principais dos sacerdotes incitaram a multidão para que fosse solto antes Barrabás.” (Marcos 15:8-11). O povo gritava, clamava que a anistia fosse concedida não a Jesus, mas ao bandido, ao assassino, e pedia que Jesus fosse crucificado, e fazia isso atendendo às orientações dos sacerdotes, dos líderes religiosos, dos judeus. O povo, que era analfabeto das Escrituras e ainda continua sendo, simplesmente segue, atende aquilo que os seus líderes dizem, tomam como verdade o que eles afirmam. Assim, exigiram em uma grande gritaria que fosse assassinado o Filho de Deus e que fosse solto o bandido, soltasse a morte, soltasse o escarnecedor. Não podemos criticar aquele povo por agir por ignorância, porque hoje em dia vemos as pessoas que lotam templos falarem cada asneira, pedirem, determinarem o que o Senhor condena, porque elas não leem a Bíblia, e, por serem analfabetas de bíblias, agem contra a Palavra de Deus, contra seu Filho, pois Jesus é o Evangelho, e agem contra si mesmas ao defenderem a rebelião, a bagunça, o pecado e a morte. O Governador sabia que Jesus era inocente, sabia que os religiosos estavam simplesmente com inveja Dele, e por tal motivo tentava de todas as maneiras livrá-lo, mas não conseguiu, porque aquele povo que dizia ser o povo de Deus exigia a morte do Filho de Deus. “E Pilatos, respondendo, lhes disse outra vez: Que quereis, pois, que faça daquele a quem chamais Rei dos Judeus? E eles tornaram a clamar: Crucifica-o. Mas Pilatos lhes disse: Mas que mal fez? E eles cada vez clamavam mais: Crucifica-o.” (Marcos 15:12-14) A multidão ensurdecedora a uma só voz gritava: “crucifica, crucifica”, a tal ponto que a reação das pessoas chegou a assustar o Governador. O povo estava enraivecido, eles queriam fazer o que os sacerdotes estavam mandando, pensavam que estavam agradando a Deus, mas eles não compreendiam que Aquele era o Filho de Deus. Interessante é que não sabemos de uma só voz gritar tentando defender Jesus, não sabemos de nenhum daqueles que receberam milagres Dele, dos que foram curados, libertos, dos que se alimentaram nas vezes em que Ele multiplicou pães e peixes. Esses, se ali estavam, ficaram, permaneceram calados, ou estavam junto com todos pedindo a morte de Jesus, ou se calaram por medo, e assim negaram Cristo. “Então Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhe Barrabás e, açoitado Jesus, o entregou para ser crucificado. E os soldados o levaram dentro à sala, que é a da audiência, e convocaram toda a coorte. E vestiram-no de púrpura, e tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça.” (Marcos 15:15-17). Então o Governador atende a multidão e solta o bandido, o assassino, manda dar chicotadas em Jesus e o entrega para ser crucificado. Mas, antes disso, os soltados o conduzem a um outro ambiente e chamam toda a corte para se divertir, fazer gracejo, piadas com o Filho de Deus. “E começaram a saudá-lo, dizendo: Salve, Rei dos Judeus! E feriram-no na cabeça com uma cana, e cuspiram Nele e, postos de joelhos, o adoraram. E, havendo-o escarnecido, despiram-lhe a púrpura, e o vestiram com as suas próprias vestes; e o levaram para fora a fim de o crucificarem. E constrangeram um certo Simão, cireneu, pai de Alexandre e de Rufo, que por ali passava, vindo do campo, a que levasse a cruz. E levaram-no ao lugar do Gólgota, que se traduz por lugar da Caveira. E deram-lhe a beber vinho com mirra, mas ele não o tomou. E, havendo-o crucificado, repartiram as suas vestes, lançando sobre elas sortes, para saber o que cada um levaria. E era a hora terceira, e o crucificaram. E por cima Dele estava escrita a sua acusação: O REI DOS JUDEUS.” (Marcos 15:18-26).

Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.

Um abraço,

Pr. Henrique Lino

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