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  • Foto do escritorPr. Henrique Lino da Silva

Sempre pregando o Evangelho



“Logo depois disso, andava Jesus de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o Evangelho do Reino de Deus; e iam com Ele os doze, bem como algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios. Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, Suzana, e muitas outras que os serviam com os seus bens. Ora, ajuntando-se uma grande multidão, e vindo ter com Ele gente de todas as cidades, disse Jesus por parábola: Saiu o semeador a semear a sua semente. E quando semeava, uma parte da semente caiu à beira do caminho; e foi pisada, e as aves do céu a comeram. Outra caiu sobre pedra; e, nascida, secou-se porque não havia umidade. E outra caiu no meio dos espinhos; e crescendo com ela os espinhos, sufocaram-na. Mas outra caiu em boa terra; e, nascida, produziu fruto, cem por um. Dizendo Ele estas coisas, clamava: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Perguntaram-lhe então seus discípulos o que significava essa parábola.  Respondeu Ele: A vós é dado conhecer os mistérios do Reino de Deus; mas aos outros se fala por parábolas; para que vendo, não vejam, e ouvindo, não entendam.” (Lucas 8:1-10)

       Jesus, depois dos seus trinta anos, não parava. Após ter sido batizado nas águas do Rio Jordão por João Batista, Ele ficava constantemente andando de um lugar para outro, de uma aldeia para outra, sempre pregando o Evangelho do Reino. E sempre avisava e mostrava, através de sinais, que o Reino de Deus tinha chegado.  Em sua comitiva, sempre estavam os doze discípulos, que vieram a ser nomeados por Ele de apóstolos, além de algumas mulheres que sustentavam o ministério terreno Dele, afinal, tanto Ele como os discípulos comiam, bebiam e precisavam se sustentar, e como não trabalhavam, uma vez que o trabalho ministerial era em tempo integral, havia algumas mulheres abençoadas e enviadas por Deus para mantê-los e sustentar o ministério. Assim, Ele, juntamente com os seus discípulos, se dedicava a pregar o Evangelho e a operar sinais e maravilhas da parte de Deus. Sempre quando havia muitas pessoas, multidões para ouvi-lo, aprender, Ele ensinava, e não poucas vezes falava por parábolas, que é uma maneira ilustrada de se referir a determinado assunto. Aqui Ele conta a parábola do semeador.

         “É, pois, esta a parábola: A semente é a Palavra de Deus. Os que estão à beira do caminho são os que ouvem; mas logo vem o Diabo e tira-lhes do coração a Palavra, para que não suceda que, crendo, sejam salvos. Os que estão sobre a pedra são os que, ouvindo a Palavra, a recebem com alegria; mas estes não têm raiz, apenas creem por algum tempo, mas na hora da provação se desviam. A parte que caiu entre os espinhos são os que ouviram e, indo seu caminho, são sufocados pelos cuidados, riquezas, e deleites desta vida e não dão fruto com perfeição. Mas a que caiu em boa terra são os que, ouvindo a Palavra com coração reto e bom, a retêm e dão fruto com perseverança. Ninguém, pois, acende uma candeia e a cobre com algum vaso, ou a põe debaixo da cama; mas põe-na no velador, para que os que entram vejam a luz. Porque não há coisa encoberta que não haja de manifestar-se, nem coisa secreta que não haja de saber-se e vir à luz. Vede, pois, como ouvis; porque a qualquer que tiver lhe será dado, e a qualquer que não tiver, até o que parece ter lhe será tirado.” (Lucas 8:11-18). Os discípulos de Jesus não compreenderam bem a parábola, mas Ele depois a explicou de maneira clara para eles, porque todos os que vão até Jesus buscando entendimento, compreensão da Palavra de Deus, a encontram, pois Ele não deixa ninguém às cegas. Mas, para termos compreensão, é necessário desejarmos ardentemente e irmos a Ele. Sabemos que Ele é a Palavra, o Evangelho, assim, devemos meditar com profundidade, e Ele se revelará para nós. O problema hoje é que as pessoas são preguiçosas, e, portanto, não meditam, não leem a Bíblia, e assim não conhecem o Senhor, portanto, são enganadas pelos pregadores espertalhões desta geração, os anticristos. Devemos buscar todas as nossas respostas no Senhor, que Ele nos dará, pois Ele é a fonte do conhecimento, e não podemos confiar em ser humano nenhum, independentemente de serem nossos parentes, chegados; a nossa confiança em primeiro lugar é Nele, pois sabemos que jamais nos abandonará. “Vieram, então, ter com Ele sua mãe e seus irmãos, e não podiam aproximar-se Dele por causa da multidão. Foi-lhe dito: Tua mãe e teus irmãos estão lá fora, e querem ver-te. Ele, porém, lhes respondeu: Minha mãe e meus irmãos são estes que ouvem a Palavra de Deus e a observam. Ora, aconteceu certo dia que entrou num barco com seus discípulos, e disse-lhes: Passemos à outra margem do lago. E partiram. Enquanto navegavam, Ele adormeceu; e desceu uma tempestade de vento sobre o lago; e o barco se enchia de água, de sorte que perigavam. Chegando-se a Ele, o despertaram, dizendo: Mestre, Mestre, estamos perecendo. E Ele, levantando-se, repreendeu o vento e a fúria da água; e cessaram, e fez-se bonança. Então lhes perguntou: Onde está a vossa fé? Eles, atemorizados, admiraram-se, dizendo uns aos outros: Quem, pois, é este, que até aos ventos e à água manda, e lhe obedecem?” (Lucas 8:19-25).

 Leiam e pratiquem a Bíblia, mais especificamente o Novo Testamento.

 Que Deus os abençoe.

 Um abraço,

 Pr. Henrique Lino



 

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