• Pr. Henrique Lino da Silva

Religioso

“E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano.” (Lucas 18:9-10)

Jesus, sempre que tinha a oportunidade, ensinava. Ele contava uma parábola – e sabemos que parábola é uma maneira ilustrada de falar sobre determinado assunto. Jesus sempre usava esse recurso para facilitar o entendimento das pessoas, e até hoje nos traz sabedoria. Por meio dela temos facilidade de entender a Palavra de Deus. Nessa parábola, Jesus está pregando, falando para e sobre as pessoas que confiam em si mesmas, os religiosos, os que dizem que já são salvos, que nada os fará se desviar, que são fortes. Muitos acham que são superiores, que são mais fortes espiritualmente, que têm intimidade maior com o Senhor, que são mais abençoados, e que Deus aprova as suas condutas e maneiras de viver. Esses que assim procedem acreditam que já estão salvos e olham para as pessoas como se elas fossem inferiores a eles, como se fossem pecadores e eles simplesmente pessoas aprovadas por Deus e que jamais cairão. Eles não sabem que, na verdade, já estão perdidos só pela arrogância e a soberba que precedem a queda. Aqui o Senhor nos conta nesta parábola que dois homens foram ao templo orar, um era fariseu, isto é, era um religioso que vivia dizendo que praticava a lei. Já o outro era um dos que eram desprezados pelos fariseus, pelos religiosos. “O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo.” (Lucas 18:11-12). O fariseu, o religioso, estava em pé e orando a Deus, com uma oração arrogante. Na verdade, ele estava se exaltando diante do Senhor, pois estava apresentando suas qualidades, ou melhores qualidades que ele achava que tinha. E nessa arrogante oração, ele ainda cita o outro, dizendo que estava feliz por não ser igual àquele publicano, porque ele faz tudo e cumpre a lei. Exatamente assim encontramos muitos por aí, pessoas que se acham, que pensam que estão fazendo tudo certo e que são superiores, e que com certeza estão agradando a Deus com o que fazem. Não percebem que só com essa atitude já estão a caminho da destruição, isso em primeiro lugar, por desconhecerem o que é simplicidade, humildade. “O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!” (Lucas 18:13). Agora vemos a oração do publicano, a sua postura diante do Senhor, e observamos que é totalmente contrária, diferente da do fariseu, porque o publicano não procura se justificar diante do Senhor, ao contrário, assume sua condição de pecador, da qual todos nós fazemos parte. Todos nós somos pecadores e só estamos vivos graças à misericórdia do Senhor, e somos justificados por Ele, e isso é Dom de Deus. Sabemos que a nossa origem é o pecado, sabemos que todos nós pecamos, e porque a nossa origem é a terra não podemos esquecer a nossa origem adâmica. Não podemos justiçar a nós mesmos, dependemos do Senhor e só somos salvos por Jesus Cristo. Esse publicano não tinha nem mesmo coragem de se levantar diante do Senhor, ele se humilhava e fazia confissão de pecados ao Senhor e clamava por misericórdia. Todos nós deveríamos ir ao Senhor e clamar por misericórdia, porque somos dependentes do Senhor e não podemos ou temos como nos justificar, não importa o que fazemos, porque somos salvos pela Graça do Senhor. “Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.” (Lucas 18:14). Esse homem publicano foi embora justificado, já o fariseu não, por isto temos que tomar muito cuidado com o que fazemos e, principalmente, como estamos nos portando diante dos homens e diante de Deus. Não podemos nos justificar diante de Deus, não podemos em hipótese alguma nos julgar superiores a quaisquer pessoas, porque não somos, e a Bíblia, através de Paulo, em seus ensinamentos, nos orienta a tratar todos como superiores a nós, e sempre dar-lhes a preferência. Portanto, deixemos a arrogância de lado e pratiquemos a Palavra de Deus com simplicidade e humildade. Sejamos como crianças, porque, caso contrário, não entraremos no Reino de Deus, e assim nossa corrida será em vão. “E traziam-lhe também meninos, para que Ele lhes tocasse; e os discípulos, vendo isto, repreendiam-nos. Mas Jesus, chamando-os para si, disse: Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais, porque dos tais é o Reino de Deus. Em verdade vos digo que, qualquer que não receber o Reino de Deus como menino, não entrará Nele.” (Lucas 18:15-17). Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe. Um abraço, Pr. Henrique Lino

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