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  • Foto do escritorPr. Henrique Lino da Silva

Questão da fé




“E entrando Jesus num barco, passou para o outro lado, e chegou à sua própria cidade. E eis que lhe trouxeram um paralítico deitado num leito. Jesus, pois, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Tem ânimo, filho; perdoados são os teus pecados. E alguns dos escribas disseram consigo: Este homem blasfema. Mas Jesus, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Por que pensais o mal em vossos corações? Pois qual é mais fácil? dizer: Perdoados são os teus pecados, ou dizer: Levanta-te e anda? Ora, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados (disse então ao paralítico): Levanta- te, toma o teu leito, e vai para tua casa. E este, levantando-se, foi para sua casa. E as multidões, vendo isso, temeram, e glorificaram a Deus, que dera tal autoridade aos homens. Partindo Jesus dali, viu sentado na coletoria um homem chamado Mateus, e disse-lhe: Segue-me. E ele, levantando-se, o seguiu. Ora, estando Ele à mesa em casa, eis que chegaram muitos publicanos e pecadores, e se reclinaram à mesa juntamente com Jesus e seus discípulos. E os fariseus, vendo isso, perguntavam aos discípulos: Por que come o vosso Mestre com publicanos e pecadores? Jesus, porém, ouvindo isso, respondeu: Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos. Ide, pois, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios. Porque eu não vim chamar justos, mas pecadores.” (Mateus 9:1-13)

Sempre falamos sobre a questão da fé, pois vemos muitos supostos pastores e líderes eclesiásticos justificarem a falha das suas palavras dizendo para as pessoas que não receberam a bênção, os milagres, por causa da sua falta de fé, ou melhor, por causa da ausência de fé. Mas se esses mesmos homens que se dizem homens de Deus, se são homens de fé, pela fé deles poderiam curar e realizar milagres, independentemente da fé de outras pessoas. Nesse relato vemos quando Jesus cura um enfermo, um paralítico somente por causa da fé das pessoas que conduziram o enfermo até Ele. É muito fácil justificar as nossas falhas acusando as pessoas, e isso só mostra o quanto somos fariseus e que não amamos ou tememos o Senhor, porque, se fosse ao contrário, nós iríamos examinar o porquê de a Palavra do Senhor não ter se cumprido, e então veríamos que nós é que falhamos e não fizemos tudo como o Senhor determinou. E quando transferimos as nossas culpas, nossos erros para outras pessoas, estamos pecando duplamente, e será difícil escaparmos da condenação eterna.

“Então vieram ter com Ele os discípulos de João, perguntando: Por que é que nós e os fariseus jejuamos, mas os teus discípulos não jejuam? Respondeu-lhes Jesus: Podem porventura ficar tristes os convidados às núpcias, enquanto o Noivo está com eles? Dias virão, porém, em que lhes será tirado o Noivo, e então hão de jejuar. Ninguém põe remendo de pano novo em vestido velho; porque semelhante remendo tira parte do vestido, e faz-se maior a rotura. Nem se deita vinho novo em odres velhos; do contrário se rebentam, derrama-se o vinho, e os odres se perdem; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam. Enquanto ainda lhes dizia essas coisas, eis que chegou um chefe da sinagoga e o adorou, dizendo: Minha filha acaba de falecer; mas vem, impõe-lhe a tua mão, e ela viverá. Levantou-se, pois, Jesus, e o foi seguindo, Ele e os seus discípulos. E eis que certa mulher, que havia doze anos padecia de uma hemorragia, chegou por detrás Dele e tocou-lhe a orla do manto; porque dizia consigo: Se eu tão-somente tocar-lhe o manto, ficarei sã. Mas Jesus, voltando-se e vendo-a, disse: Tem ânimo, filha, a tua fé te salvou. E desde aquela hora a mulher ficou sã.” (Mateus 9:14-22). Muitas vezes ficamos presos a rituais que aprendemos no passado, e não queremos abrir mão deles, pois achamos que pode ser algo muito especial, espiritual. Da mesma maneira, os discípulos de João Batista vieram até Jesus perguntar sobre a questão do jejum, e Jesus explicou que o jejum foi na época da lei, e que agora vivemos na Graça, que não se pode tentar remendar o Novo com pedaços do velho. Assim sabemos que a exigência do jejum não se aplica de maneira obrigatória a nós que vivemos em Cristo, mesmo porque a função de Jesus é quando nos sentimos fracos espiritualmente. Quando sentimos a ausência de Jesus, então jejuamos para enfraquecer a nossa carne e nos humilhar diante do Senhor. Não se faz jejum com nenhum outro propósito. Temos que meditar mais no Evangelho do Senhor Jesus, para aprendermos a colocá-lo em prática. “Quando Jesus chegou à casa daquele chefe, e viu os tocadores de flauta e a multidão em alvoroço, disse; Retirai-vos; porque a menina não está morta, mas dorme. E riam-se Dele. Tendo-se feito sair o povo, entrou Jesus, tomou a menina pela mão, e ela se levantou. E espalhou-se a notícia disso por toda aquela terra. Partindo Jesus dali, seguiram-no dois cegos, que clamavam, dizendo: Tem compaixão de nós, Filho de Davi. E, tendo Ele entrado em casa, os cegos se aproximaram Dele; e Jesus perguntou-lhes: Credes que eu posso fazer isto? Responderam- lhe eles: Sim, Senhor. Então lhes tocou os olhos, dizendo: Seja-vos feito segundo a vossa fé. E os olhos se lhes abriram. Jesus ordenou-lhes terminantemente, dizendo: Vede que ninguém o saiba. Eles, porém, saíram, e divulgaram a sua fama por toda aquela terra.” (Mateus 9:23-31).

Leiam e pratiquem a Bíblia, mais especificamente o Novo Testamento.

Que Deus os abençoe.

Um abraço,

Pr. Henrique Lino


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