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  • Foto do escritorPr. Henrique Lino da Silva

O preço da desobediência



“Pois não quero, irmãos, que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem, e todos passaram pelo mar; e, na nuvem e no mar, todos foram batizados em Moisés, e todos comeram do mesmo alimento espiritual; e beberam todos da mesma bebida espiritual, porque bebiam da Pedra espiritual que os acompanhava; e a Pedra era Cristo. Mas Deus não se agradou da maior parte deles; pelo que foram prostrados no deserto. Ora, estas coisas nos foram feitas para exemplo, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram. Não vos torneis, pois, idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber, e levantou-se para folgar. Nem nos prostituamos, como alguns deles fizeram; e caíram num só dia vinte e três mil. E não tentemos o Senhor, como alguns deles o tentaram, e pereceram pelas serpentes. E não murmureis, como alguns deles murmuraram, e pereceram pelo destruidor. Ora, tudo isto lhes acontecia como exemplo, e foi escrito para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos. Aquele, pois, que pensa estar em pé, olhe não caia.” (1 Coríntios 10:1-12)

A Bíblia desde o início nos mostra o preço da desobediência. Assim também vemos o Amor de Deus, pois todo aquele povo que o Senhor tirou da escravidão no Egito, operando grandes e enormes milagres nunca vistos, Deus também os matou no deserto, deixando vivos somente dois que foram obedientes, que são Josué e Calebe. Por amor, Deus os tirou da escravidão, e assim a sua Palavra, sua Promessa se cumpriu sobre aquele povo. Ele os conduziu de forma maravilhosa, abrindo o mar para eles passarem, os alimentou no deserto com o Maná do Céu, cuidando para que ninguém ficasse enfermo, que suas vestes não se estragassem, protegendo-os do sol com uma nuvem durante o dia e os guiando, e à noite iluminando o acampamento e os aquecendo para que não passassem frio. Quando clamaram pedindo carne, o Senhor providenciou, quando exigiram água, a Rocha lhes forneceu, mas, mesmo assim, aquele povo vivia reclamando e pecando, sempre em constante desobediência, e por isto receberam a devida punição. Naquela época, a morte era física também, imediata, pois Jesus ainda não tinha se manifestado claramente. Mas hoje a morte é espiritual, e muitos que viveram ou vivem na desobediência, no erro, reclamando, ainda não perceberam, mas já estão mortos espiritualmente e, quando partirem daqui, irão sofrer, padecer por toda a eternidade.

“Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar. Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo. Porventura o cálice de bênção que abençoamos, não é a comunhão do Sangue de Cristo? O pão que partimos, não é porventura a comunhão do corpo de Cristo? Pois nós, embora muitos, somos um só pão, um só corpo; porque todos participamos de um mesmo pão. Vede a Israel segundo a carne; os que comem dos sacrifícios não são porventura participantes do altar?” (1 Coríntios 10:13-18). Portanto, tendo tão grande exemplo, devemos estar em constante vigilância para não incorrermos no mesmo erro, temos que aprender a dar graças em tudo, e jamais reclamar, para que também não venhamos a padecer por toda a eternidade. Não podemos achar que, por Deus ser Amor, somos amados por Ele, e assim temos o direito de pecar, que Ele irá sempre nos entender, compreender e perdoar, mas não é assim. Todos nós que achamos que estamos bem, firmes, temos que vigiar ainda mais para não cairmos, porque o nosso Deus é Amor, mas também é Justiça, e a sua Palavra se cumpre em nossas vidas, tanto para o bem como para o mal. As tentações, as privações vêm sobre as nossas vidas, mas isso não é motivo para pecarmos, para reclamarmos, pois podemos estar sendo testados pelo Senhor, porque, para sermos aprovados, temos que, antes, ser testados. E muitos são os que são reprovados, isto porque são carnais, e a preocupação deles é com as coisas deste mundo. Temos que entender que as lutas, aflições, privações são esperadas em nossas vidas, mas sabemos que, se perseverarmos em nossa caminhada, seremos vencedores, mesmo porque o prêmio da nossa vitória não está aqui. Vigiemos constantemente para não cairmos em erros, adorando ou idolatrando objetos ou pessoas, pois assim estaremos indo frontalmente contra a Palavra do Senhor, e ela se cumprirá em nossas vidas para o nosso mal. “Mas que digo? Que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Ou que o ídolo é alguma coisa? Antes digo que as coisas que eles sacrificam, sacrificam-nas a demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios. Não podeis beber do cálice do Senhor e do cálice de demônios; não podeis participar da mesa do Senhor e da mesa de demônios. Ou provocaremos a zelos o Senhor? Somos, porventura, mais fortes do que Ele? Todas as coisas são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.” (1 Coríntios 10:19-23).

Leiam e pratiquem a Bíblia, mais especificamente o Novo Testamento.

Que Deus os abençoe.

Um abraço,

Pr. Henrique Lino


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