top of page
  • Foto do escritorPr. Henrique Lino da Silva

Cultuar a Deus



“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. Porque pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não tenha de si mesmo mais alto conceito do que convém; mas que pense de si sobriamente, conforme a medida da fé que Deus, repartiu a cada um. Pois assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma função, assim nós, embora muitos, somos um só corpo em Cristo, e individualmente uns dos outros.” (Romanos 12:1-5)

Todos nós que nos identificamos como crentes, evangélicos, temos a obrigação de mostrar isso na prática, temos que ser luzes, iluminar, e não concordar jamais com as trevas. Não importa se com as nossas atitudes iremos sofrer represálias aqui, se pela maneira como nos comportamos formos perseguidos ou excluídos. Nós temos que agir como o nosso Mestre, se é que Jesus Cristo é o nosso Mestre, porque, se assim for, devemos imitá-lo, segui-lo, independentemente de qualquer situação adversa. Temos que aprender o que é cultuar Deus, e não ficarmos achando que só pelo fato de irmos a alguma congregação, ou por orar, cantar louvores, ou até mesmo ler a Bíblia, já o estamos cultuando. Nós temos que cultuá-lo com o nosso corpo, com a nossa vida, temos que mostrar de maneira clara que concordamos com Ele. E se concordamos com Ele, então discordamos do mundo, assim, é claro que devemos dizer não aos vícios, ao adultério, ao homossexualismo, à desonestidade, às mentiras, ao comércio nos templos, ao pastorado feminino, à exploração e extorsão nos templos, às campanhas criadas nos templos para extorquir dinheiro das pessoas, à enganação e concordância com os pecados. Tem que ser assim, mesmo que a nossa atitude faça com que sejamos processados, presos ou mortos. Mas nada disso importa, desde que estejamos fazendo a vontade do Senhor, e então ficaremos alegres em entregar os nossos corpos em sacrifício vivo ao Senhor, porque nós pertencemos a Ele, e não a nós mesmos.

“De modo que, tendo diferentes dons segundo a graça que nos foi dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino; ou que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com zelo; o que usa de misericórdia, com alegria. O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros; não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor; alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração; acudi aos santos nas suas necessidades, exercei a hospitalidade; abençoai aos que vos perseguem; abençoai, e não amaldiçoeis; alegrai-vos com os que se alegram; chorai com os que choram; sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altivas mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios aos vossos olhos; a ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas dignas, perante todos os homens.”(Romanos 12:6-17). Também temos que compreender o Evangelho, saber que cada um foi chamado para executar uma tarefa para o Reino, saber que não são todas as pessoas que são pregadores, cantores, evangelistas, profetas, mas que somos capacitados pelo Senhor para executarmos determinadas funções. Todos têm o dever, a obrigação de viver em santidade, de praticar o Evangelho, mas também de fazer aquilo para o qual foram capacitados. Há pessoas que foram chamadas para serem obreiras, isto é, estarem disponíveis para ajudar os responsáveis por uma congregação, ou ministério, outras para a função de ajudarem financeiramente, outras com projetos, intercedendo, aconselhando, enfim, de várias maneiras. Mas sabendo que todos somos iguais, não é a função que executamos aqui que nos torna diferentes, ou superiores ou inferiores diante do Senhor, e sim a nossa obediência e temor. Não importa o papel que fomos chamados para fazer, devemos fazer com amor e saber que tudo fazemos para o Senhor, portanto, temos sempre que dar o melhor, e nunca nos preocuparmos com afrontas ou perseguições, mas somente crer no Senhor e viver em obediência. Não somos melhores do que ninguém, e também não fomos chamados para reinar aqui, para desfrutar do melhor. Nós fomos chamados para fazer o melhor para o Reino de Deus, se quisermos habitar Nele. “Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens. Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas daí lugar à ira de Deus, porque está escrito: Minha é a vingança, eu retribuirei, diz o Senhor. Antes, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.” (Romanos 12:18-21).

Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.

Um abraço,

Pr. Henrique Lino


13 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Kommentare


bottom of page