A Salvação Pertence ao Senhor
- Pr. Henrique Lino da Silva

- 30 de abr.
- 3 min de leitura

“Em Cristo digo a verdade, não minto (dando-me testemunho a minha consciência no Espírito Santo): Que tenho grande tristeza e contínua dor no meu coração. Porque eu mesmo poderia desejar ser anátema de Cristo, por amor de meus irmãos, que são meus parentes segundo a carne; que são israelitas, dos quais é a adoção de filhos, e a glória, e as alianças, e a lei, e o culto, e as promessas; dos quais são os pais, e dos quais é Cristo segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus Bendito eternamente. Amém. Não que a Palavra de Deus haja faltado, porque nem todos os que são de Israel são de Israel; nem por serem descendência de Abraão são todos filhos; mas: Em Isaque será chamada a tua descendência. Isto é, não são os filhos da carne que são filhos de Deus, mas os filhos da Promessa são contados como descendência. Porque a Palavra da Promessa é esta: Por este tempo virei, e Sara terá um filho. E não somente esta, mas também Rebeca, quando concebeu de um, de Isaque, nosso pai; porque, não tendo eles ainda nascido, nem tendo feito bem ou mal (para que o propósito de Deus, segundo a eleição, ficasse firme, não por causa das obras, mas por aquele que chama), foi-lhe dito a ela: O maior servirá ao menor. Como está escrito: Amei a Jacó, e odiei a Esaú. Que diremos pois? Que há injustiça da parte de Deus? De maneira nenhuma. Pois diz a Moisés: Compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece. Porque diz a Escritura a Faraó: Para isto mesmo te levantei; para em ti mostrar o meu Poder, e para que o meu Nome seja anunciado em toda a terra. Logo, pois, compadece-se de quem quer, e endurece a quem quer. Dir-me-ás então: Por que se queixa Ele ainda? Porquanto, quem tem resistido à sua vontade? Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus réplicas? Porventura a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?” (Romanos 9:1-21)
Os evangélicos, melhor dizendo as pessoas que se identificam como evangélicas, os frequentadores de templos congregacionais, afirmam e amam dizer que eles ganharam pessoas para Jesus. Mas só em fazer tais afirmações sabemos que não conhecem o Senhor e nem a sua Palavra, porque, a bem da verdade, nós não temos meios ou poder para fazer ninguém se converter, para fazer qualquer pessoa se converter a Cristo. Sim, nós devemos pregar, falar do Evangelho, do amor de Deus, devemos testemunhar o que o Senhor tem feito por nós, mas isso não quer dizer que a pessoa vai se converter e que isso é mérito nosso, pois não é. Prova tal que vemos o apóstolo Paulo falando que ele estaria disposto a ser amaldiçoado, a ser uma maldição, a ir para o inferno, se sacrificar, se com isso o seu povo, seus amigos e parentes pudessem se converter e serem salvos. Vejam que Paulo, esse abnegado servo do Senhor, nos fala da impossibilidade de fazer as pessoas se converterem, então é muita arrogância e prepotência nossa pensar que poderemos fazer alguém, mesmo que seja um parente, um filho, se converter ao Senhor. É nossa obrigação vivermos como cristãos, darmos exemplos, falarmos de Jesus, mas não existe garantia nenhuma de que as pessoas serão convertidas, porque as que se convertem são as que o Senhor chamou. Todas as pessoas que são verdadeiramente convertidas não foram graças a nenhum ser humano, mas sim porque o Senhor as chamou, sim, porque elas já estavam escolhidas, separadas antes de nascerem. “E que direis se Deus, querendo mostrar a sua ira, e dar a conhecer o seu Poder, suportou com muita paciência os vasos da ira, preparados para a perdição; para que também desse a conhecer as riquezas da sua Glória nos vasos de misericórdia, que para Glória já dantes preparou, Os quais somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios?” (Romanos 9:22-24),
Leiam e pratiquem a Bíblia, mais especificamente o Novo Testamento.
Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino



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