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  • 06 September 2018 02:44
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UM CERTO HOMEM

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"E disse: Um certo homem tinha dois filhos; e o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda. E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente.” (Lucas 15:11-13)
 
          Jesus conta essa parábola, essa história como uma maneira de ilustrar a sua pregação, o seu ensino, por isso devemos entender que não é uma história real, e sim uma parábola, como a Bíblia deixa bem claro. Digo isso porque muitas são as pessoas que confundem parábolas com uma história, um fato, um relato verdadeiro, mas devemos entender que Jesus deixa bem claro que é somente uma parábola. Nessa parábola, Jesus conta que um pai tinha dois filhos crescidos, e um deles chegou para ele e lhe pediu a sua herança em vida. Após o pai entregar a sua parte em dinheiro, ele saiu pelo mundo e gastou todo o dinheiro em farras, talvez orgias, gastou o dinheiro de maneira indevida, e logo ficou sem nada. Devemos atentar para um fato: os filhos só têm direiro à herança após o falecimento dos pais, porque, enquanto os pais forem vivos, o que eles têm é deles, eles podem dar, ajudar os filhos se assim quiserem, mas não existe a obrigatoriedade de dar nada, e mesmo em caso de falecimento de um dos pais, a herança cabe ao outro, e os filhos não têm direito nenhum, a não ser depois que o outro também vier a falecer. Por isto, quando vemos pessoas questionando o que os pais estão fazendo com o seu dinheiro, seu patrimônio, vemos o quanto estão errados, porque o que eles têm é deles, foi conquistado por eles, e eles têm o direito de fazer o que bem quiserem. Nessa parábola, Jesus quer mostrar o amor, a bondade de Deus, por isto vemos que o pai não questionou, simplesmente deu o que o filho pediu. "E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades.” (Lucas 15:14). O filho irresponsável gastou tudo o que tinha ainda estando longe da casa dos seus pais, e agora vem padecer por necessidade, porque, na mesma época, o lugar onde ele estava passou por uma crise, e assim ele não conseguia emprego e nenhuma facilidade ou possibilidade de ganhar o seu sustento. Jesus mostra que, quando saímos da presença da casa do Pai, nós passamos por necessidade, mostra que só temos segurança na casa do Pai, e muitos que se acham fortes, que já têm poder para enfrentar qualquer situação descobrem que nada têm ou são.
 "E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar porcos. E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada.” (Lucas 15:15-16). Então, em desespero, sem dinheiro, sem emprego e sem até mesmo lugar para morar e longe de todos, esse filho vai ao encontro de uma pessoa daquela região pedindo ajuda, pedindo socorro, e esse homem o envia para cuidar de porcos. Temos que observar que naquela época era proibido comer carne de porco, assim era proibida a criação desse animal, desde a lei de Moisés, portanto, esse filho foi fazer algo ilegal, algo contrário à Palavra de Deus. Quando saímos da presença do Pai, da sua casa, logo nos corrompemos com as coisas do mundo e começamos a fazer aquilo que o Pai condena. Mas temos que observar que esse rapaz era filho, não era um empregado ou estranho, era um filho. Estava passando fome e queria comer, se alimentar da comida dos porcos, mas nem isso lhe era permitido, assim, humilhado e com fome, via os porcos se alimentarem e ele mesmo nada tinha para comer. "E, tornando em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome! Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus jornaleiros.” (Lucas 15:17-19). Vendo seu estado, examinando-se, esse rapaz percebe o seu erro e lembra que, enquanto ele passa fome, os empregados do seu pai passavam bem e tinham o seu alimento garantido. Reconhecendo seu erro, resolve voltar para casa do pai, mas agora de maneira humilde, para implorar por trabalho ao seu pai, ele queria ser somente um empregado, pois sabia que os empregados do seu pai eram bem tratados e de nada tinham falta. Quando nos afastamos da casa do Pai, percebemos que tínhamos tudo e abandonamos, e quando muitos se arrependem e voltam para casa, então ainda podem ser salvos, mas os que endurecem os seus corações ou têm vergonha de voltar acabam morrendo de fome. Esse rapaz planejou tudo para retornar para casa do seu pai e logo colocou em prática a sua execução, e assim tomou o caminho de volta. "E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.” (Lucas 15:20). Indo para casa do seu pai, e ainda distante, tão logo avista a propriedade do pai o vê olhando para o caminho a sua espera. Quando o vê, sente saudades, sente falta, sente piedade e percebe ainda de maneira mais clara o que fez e vai correndo ao encontro do seu pai. Atira-se em seu pescoço, o abraça e, chorando, pede-lhe perdão pelo seu erro e o beija. Cremos que naquele momento ele já se sentiu seguro novamente, pois estava com o pai, sentia-se protegido. Assim, quando estamos afastados do Pai, retornamos e o encontramos aguardando o nosso retorno, quando o abraçamos, sentimos segurança e paz, sentimos o conforto que somente um abraço do Pai pode nos dar. "E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho. Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa; e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e alparcas nos pés; E trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos; porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se. E o seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças. E, chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo. E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo. Mas ele se indignou, e não queria entrar. E saindo o pai, instava com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos; Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado. E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas; Mas era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se.”(Lucas 15:21-32).
 
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino 

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