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  • 06 September 2014 08:14
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Líderes cristãos falam "bobagens" e igreja reage

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Declarações desastradas geram indignação de evangélicos.Enquanto no Oriente Médio os cristãos morrem a cada dia por não quererem negar sua fé em Jesus, nos Estados Unidos a igreja se debate com declarações desastrosas de líderes influentes.
Nas últimas semanas vários sites e blogs evangélicos tem criticado abertamente um cantor gospel, uma esposa de pastor e um pastor conhecido. Mais especificamente, Michael Gungor, Victoria Osteen e Brian McLaren. Cada um a seu modo, os três fizeram afirmações que não foram bem aceitas por pastores e líderes.
Primeiramente, Michael Gungor, vencedor de prêmios importantes como líder do grupo de louvor Gungor, autor de músicas como "Beautiful Things,” "Say So” e "Dry Bones”, bastante tocadas por igrejas americanas. Em uma entrevista ao site The Liturgists, no mês passado, falava sobre como a visão de mundo dos autores do Antigo Testamento se distancia da visão atual, arriscou a dizer que "Jesus sabia que Adão e Noé eram mitos judeus, mas sabia que falava com pessoas que acreditavam que eles eram reais”. Afirmou ainda que o Livro de Gênesis é apenas ‘um poema’ e que não pode ser lido como se fosse literal.
Para Ken Ham, do ministério Answers in Genesis, atacou publicamente as declarações do cantor, afirmando serem "infelizes”, pois sendo um líder de louvor ele questiona a inspiração das Escrituras e ataca a credibilidade das palavras de Jesus. Como então poderá conduzir as pessoas da congregação a adorar um Deus que mente? Algumas apresentações do grupo Gungor em igrejas foram canceladas após a publicação de sua entrevista.
Semanas depois, Victoria, esposa de Joel Osteen, pastor da Lakewood, a maior igreja dos EUA, com 45 mil membros. Ela deu uma palavra "de inspiração” durante o culto. Contudo, seus ensinamentos foram questionados veementemente nas redes sociais e posteriormente por pastores. Acabaram virando motivo de piada com as montagens típicas da internet.
Victoria afirmou: "Quando obedecemos a Deus, não estamos fazendo isso para Deus … estamos fazendo isso para nós mesmos. Porque Deus tem prazer quando estamos felizes. Faça o bem, porque Deus quer que você seja feliz. Quando você vem para a igreja, quando você o adora, na verdade não está fazendo isso para Deus. Você está fazendo isso para si mesmo, porque é isso que faz Deus feliz”.
Steve Camp, pastor da igreja da Cruz em Palm City, Flórida, foi um dos mais contundentes: "É o antigo pecado de idolatria: não é para Deus, é para nós. Para os humanistas, a verdadeira adoração fala apenas sobre como nos sentimos e o que nos dá sentido, ignora o que dá glória a Deus”. Os Osteen comandam um dos programas evangélicos mais assistidos dos EUA e já venderam milhões de cópias dos seus livros. Constantemente são criticados por pregarem a chamada teologia da prosperidade. Joel já negou a existência do inferno em uma entrevista para a CNN.
Esta semana foi a vez de Brian McLaren, que foi um dos maiores influenciadores do movimento Igreja Emergente nos últimos 10 anos, tendo influenciado pastores como Rob Bell e Mark Driscoll. Seu texto mais recente propõe uma "nova leitura da Bíblia”. Trata-se da versão resumida do que ele vem apresentando em diferentes eventos, como o Greenbelt, que reuniu centenas de líderes evangélicos na Inglaterra no final de agosto para ouvir apresentações musicais e debater temas como fé e justiça social.
McLaren é autor de muitos livros campeões de venda e desde que se aposentou dos púlpitos dedica-se apenas a escrever e participar de eventos como preletor. Para ele, não deve mais existir a ideia que a Bíblia tem uma interpretação correta. Chamando-a de "Bíblia 3.0”, ele faz uma distinção histórica.
A "Bíblia 1.0” foi a que perdurou mais tempo, até a Idade Média, quando a maioria das pessoas era analfabeta e apenas repetia o que seus líderes diziam sobre as Escrituras. Depois veio a "Bíblia 2.0”, que veio com a Reforma Protestante e aproximou as pessoas do texto sagrado, dando a eles o pressuposto que decoravam um texto inerrante e infalível.
No século 21, propõe ele, o terceiro estágio é fruto de uma mentalidade coletiva, onde o importante é o que cada um de nós pensa a respeito dos textos. Não se deve dar mais tanta importância a contextos e significados históricos. O mais importante, destaca, é a inspiração individual que cada um retira da Bíblia ao ler suas páginas. Com informações Huffington Post, Christian Today e WND
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